Não aguardemos que o tempo nos traga
problemas verdadeiros para que entendamos que sofremos tanto por problemas fantasiosos.
Não esperemos que alguém nos entristeça de verdade para compreendermos que estivemos
colecionando pequenos ressentimentos dispensáveis. Não esperemos a adversidade
bater à nossa porta para compreendermos que éramos felizes e não compreendíamos.
Precisamos deixar de levar os pequenos probleminhas do dia a dia numa arca,
como se eles fossem extraordinários. Não são. Deixemos de inventar casos com
quem não pensa igual a nós, como se tivéssemos o poder de dominar tudo. Não
temos este poder. Paremos de findar, de tirar conclusões apressadas, de arriscar
decodificar o que vai no coração do outro. O que o outro sente, reflete e aspira,
só ele sabe. Lutemos pela felicidade em vez de estarmos arriscando encontrar
bodes expiatórios para o infortúnio. Não tenhamos insônia por quem nos
maltrata, por quem não nos quer por perto, por quem não nos procura e abdiquemos
de reagir à altura de quem nos amargura por nada e faz tempestades em copo
d’água por dificuldades fantasiosas.
quarta-feira, 4 de março de 2020
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