sábado, 19 de janeiro de 2008


As lágrimas do coração descem sem parar
Arrebentando esse peito dilacerado pela dor.
Não adianta falar, sorrir, brincar.
Dor que desmantela
Cada ato
Cada palavra
Que não rompe o meu silêncio
Que não transforma a minha dor
Que não seca as minhas lágrimas.
E entre lágrimas, silencio e dor, tento viver.
Busco a felicidade.
Mas só encontro um vazio
Que aumenta ainda mais o calvário.

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